Novas matérias de jornais na nossa Hemeroteca Digital.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Escola parceira - E.E Nicola Martins Romeira
PIBIC - JR
O Programa de Iniciação Científica Júnior visa o desenvolvimento de projetos de educação científica com estudantes do Ensino Médio, por meio da concessão de cotas às entidades estaduais parceiras de fomento à pesquisa (Fundações de Amparo à Pesquisa ou Secretarias Estaduais) e outras instituições.
Objetivos
- Despertar vocação científica e incentivar talentos entre estudantes do ensino fundamental, médio e profissional da rede pública;
- Possibilitar a participação de alunos do ensino médio em atividades de pesquisa científica ou tecnológica, orientada por pesquisador qualificado, em instituições de ensino superior ou institutos/centros de pesquisa.
Fonte: CNPq
Três alunos do ensino médio da E.E Nicola Martins Romeira, Lidiane Aparecida de Souza, Salvador Carlos de Oliveira e Eduardo Souza de Oliveira, foram contemplados pela bolsa do CNPq, e participarão das atividades do grupo Geoclima, bem como terão um espaço exclusivo para o registro de suas experiências.
| Em reunião com o Profº Diego Maia, o Profº Rogério, os alunos do ensino médio Lidiane e Salvador, e o aluno do curso de Geografia da Unesp, Gabriel. |
| Lidiane, Salvador, Gabriel e Profº Rogério. |
| Lidiane e Salvador. |
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Investimentos contra mudanças climáticas estagnados em 2012
Os investimentos destinados a limitar as mudanças climáticas registraram estagnação em 2012, em um nível inferior às estimativas mais pessimistas, segundo um estudo publicado nesta terça-feira por uma ONG.
"Os investimentos mundiais contra as mudanças climáticas alcançaram 359 bilhões de dólares em 2012, mais ou menos o mesmo nível que no ano anterior", indicou o centro de pesquisas Climate Policy Initiative.
A Agência Internacional de Energia (AIE) considerou no ano passado que para limitar as mudanças climáticas a um aumento de dois graus celsius seria preciso investir 5 trilhões de dólares até 2020.
Segundo o Banco Mundial, a temperatura da Terra caminha para aumentar quatro graus até o final do século XXI, o que significaria que os investimentos necessários podem ser ainda mais altos.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Qual é a cidade mais fria do mundo? E a mais quente?
Como sabemos, nosso planeta não é estático e a temperatura varia drasticamente dependendo do local, graças a fatores como latitude e altitude, entre vários outros.
Vamos citar aqui alguns deles para ilustrar essa realidade.
Em algumas cidades do sul e sudeste do Brasil, as temperaturas durante o inverno podem chegar a alguns graus negativos, e às vezes sofremos com isso. Imagine então acordarmos de manhã com uma temperatura de -71,2ºC... Essa foi a menor temperatura já registrada numa localidade habitada, Oymyakon, na Sibéria, Rússia em 1926 (a menor em toda a história do planeta foi -89,2º C, na estação Vostok, na Antártida em 1983).
Oymyakon tem cerca de 1.500 habitantes e se encontra a 750 metros de altitude. Yakultski, também na Russia, é a cidade mais fria do mundo na atualidade. Sua média anual é de -21ºC, podendo chegar tranquilamente a -40ºC no inverno, porém, também tem seus verões agradáveis com 25ºC. Yakultski tem cerca de 235.000 habitantes.
Ulaanbaatar, na Mongólia, é conhecida como a capital mais fria do mundo e sua média chega a -16ºC. Outras que merecem destaque são Verkhoyansk (Rússia) e Astana (Cazaquistão).
| Yakultski, na Rússia. |
O Brasil é um país quente, suas praias são alguns dos destinos favoritos pelos turistas do mundo todo durante o verão. Mas a temperatura média do país é cerca de 26ºC, fria em comparação com algumas localidades por aí.
A temperatura mais quente já registrada no planeta foi em El Azizia, na Líbia: 58ºC, em 1922.
Em seguida, vem o Death Valle (Vale da Morte), nos EUA, sendo a mais quente da história do país. A temperatura chegou a 56.6ºC em 1913.
Ghadames, no meio do deserto do Saara, também na Líbia, é outra cidade que sofre com o calor. A população que gira em torno de 7.000 habitantes, vive em casas feitas de lama, cal e troncos de árvores, que ajudam a aliviar a temperatura que já chegou a 55ºC. Kebili (Tunísia) e Timbuktu (Mali) também fazem parte desse grupo, com 55ºC e 54,5ºC, respectivamente.
| As casas feitas de lama, cal e troncos de árvore ajudam a amenizar a alta temperatura em Ghadames, na Líbia. |
Muitos são os locais de extremas temperaturas na Terra, essas foram apenas algumas informações das mais expressivas.
Por Felipe Jacob.
FONTES: YAHOO!, SUPERINTERESSANTE e MALA PRONTA.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Insetos Meteorologistas
Alguns artigos presentes neste blog, tratam de assuntos como ditos populares que de alguma forma, ajudam a prever fenômenos do tempo, principalmente em regiões isoladas do país. Várias dessas teorias populares descrevem comportamentos de insetos que são indícios de chuvas, tempo seco, etc., e elas tem sentido!
Segundo pesquisadores brasileiros e canadenses, num trabalho publicado na 5ª edição da revista PLoS One, alguns animais sabem quando o tempo vai mudar.
| Essa espécie de besouro é um exemplo de "inseto meteorologista".
Trabalhando com três ordens distintas de insetos (besouros, pulgões e mariposas), os cientistas observaram que eles modificam seu comportamento de acasalamento quando ocorre uma alteração na pressão atmosférica — um sinal iminente de chuva ou ventania que meteorologistas conhecem há bastante tempo. A equipe, liderada pelo entomólogo José Maurício Simões Bento, da Esalq/USP, observou que, se a pressão cai, os bichos param tudo o que estão fazendo, provavelmente para buscar algum lugar para se esconder.
A mudança foi observada tanto em condições naturais quanto em um experimento controlado. No primeiro caso, conta Bento, os pesquisadores ficavam acompanhando as condições atmosféricas do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e, quando a pressão caía ou subia, eles observavam os insetos. Os testes também eram repetidos em condição de pressão estável, para controle.
Usando um “olfatômetro”, instrumento que mede a resposta de insetos a odores, os pesquisadores viram que machos de besouro da espécie Diabrotica speciosa expostos a feromônios das fêmeas mostravam menos movimentos e interesse sexual quando a pressão caía.
Em outro grupo, viram que mesmo em contato com as fêmeas, machos não se esforçavam muito na côrte, e mesmo no acasalamento eram mais rapidinhos, sob pressão atmosférica em queda, o que pode ser explicado como um senso de morte iminente. Para o pesquisador, a perda do interesse antes de uma tempestade pode ser uma adaptação evolutiva que reduz a probabilidade de se ferir ou morrer.
Também foi avaliado o comportamento das fêmas em atrair os machos. E tanto para as mariposas quanto para os pulgões, houve redução do chamado e, por consequência do acasalamento, quando a pressão mudava.
A prova definitiva veio com o experimento controlado. Na Universidade de Western Ontario, no Canadá, os pesquisadores conseguiram repetir os experimentos dentro de uma câmara barométrica, onde era possível controlar a pressão, e os resultados foram semelhantes.
“O fato de três espécies tão distintas terem apresentado essa mudança no comportamento sexual diante de alterações na pressão do ar nos permite generalizar e dizer que todos insetos têm essa capacidade de detectar a alteração e responder a um potencial mau tempo”, afirma Bento. “Como estavam em laboratório, os nossos insetos só ficavam parados, mas na natureza, ao perceber que o tempo vai virar, eles se escondem e conseguem sobreviver às condições adversas.”
Ele diz acreditar que esse comportamento pode ocorrer em vertebrados e que a metodologia desenvolvida com a câmara barométrica pode servir para que o experimento seja replicado com outras espécies.
FONTE: ESTADÃO
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Trabalho de Campo - Bioclimatologia
Fotos do trabalho de campo de bioclimatologia, dos alunos do curso de geografia realizado no dia 3 de outubro, na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, com o professor Diego Maia.
| Danos na estufa de tomate, causados pelo vento. |
| Turma de bioclima 2013-1. |
| Tomates prontos para colher. |
| Tomate. |
| Sr. Edivaldo e Sra. Lídia, produtores rurais. |
| Sistema de irrigação por gotejamento. |
| Produção diária do pimentão e destino CEASA São Paulo. |
Santa Cruz do Rio Pardo é o município de maior produção de pimentão do Brasil!
| Placa da estufa. |
| Pimentão. |
| Estufa de pepino. |
| Estufa e a plantação de pimentão. |
| As consequências do frio para o pepino. |
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
XXV Congresso de Iniciação Científica
Algumas fotos da apresentação do aluno Leonardo Vinicius na 1ª fase do XXV Congresso de Iniciação Científica, realizada no auditório da Unesp Ourinhos, sobre a nossa hemeroteca digital.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
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