segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tornado em Taquarituba (SP)


Na manhã deste domingo (22/09), um forte vendaval varreu a cidade de Taquarituba, a cerca de 120 km de Ourinhos. A destruição foi causada por um tornado, segundo a Somar Meteorologia. “Testemunhas e a Defesa Civil relataram que a nuvem chegou a tocar o solo, o que caracteriza o fenômeno”, afirma a meteorologista Tatiane Martins, da Somar.
Ao menos duas pessoas morreram, e cerca de 60 ficaram feridas (Fonte: G1). A cidade tem cerca de 24 mil habitantes. 

Abaixo, alguns registros da tragédia.













                    



quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Últimas fotos do 12º ENPEG


 Últimas fotos do 12º Encontro Nacional de Práticas de Ensino de Geografia, realizado em João Pessoa-PB, registradas pelo Profº Dr. Diego Corrêa Maia.


Mesa 1 - Ensino de Geografia nas séries iniciais.

Mesa 2 - Diferentes linguagens no ensino de Geografia.
Mesa 3 - História da Geografia escolar.
Profº Sergio (Universidade Federal de Uberlândia) e Profº Amir (Unesp Ourinhos).
Profº Diego Corrêa Maia e Profº Sergio (Universidade Federal de Uberlândia).

GT de estágio supervisionado




segunda-feira, 16 de setembro de 2013

12º ENPEG


Primeiras fotos do 12º Encontro Nacional de Práticas de Ensino de Geografia, em João Pessoa - PB, registradas pelo Profº Dr. Diego Corrêa Maia.

Credenciamento do evento.

Credenciamento (Universidade Federal da Paraíba).

Mesa de abertura.

Plenária de abertura.

Profª Dadá.

Anoitecer em João Pessoa.







terça-feira, 10 de setembro de 2013

IX Semana de Geografia - Unesp Ourinhos


 Entre os dias 5 e 8 de novembro, será realizada a IX Semana de Geografia da UNESP, Campus de Ourinhos/SP, intitulada "O espaço brasileiro contemporâneo: leituras sobre campo, cidade e região".



Estação Meteorológica da E.E. Nicola Martins Romeira (Ribeirão do Sul, SP)


 Em visita à E.E. Nicola Martins Romeira, para uma reunião com o professor de Geografia Rogério, foram registradas pelo grupo algumas imagens da estação meteorológica, outro recurso interessante para as atividades didáticas. 


(Clique nas fotos para ampliá-las)



Estação Meteorológica.


Anemômetro e biruta: Utilizados para medir a velocidade do vento e a sua direção, respectivamente.

Esse aparelho tem três funções: Mede a temperatura, umidade do ar e pressão atmosférica.


Pluviômetro: Mede, em milímetros, a quantidade de chuva.
Detalhe interno do pluviômetro. Há uma peneira que evita a entrada de sujeira.


Pluviômetro Agrícola.


A estação é movida a bateria solar (foto), que por sua vez possui pilhas e baterias.


As informações são enviadas para este receptor.


Alunos Gabriel, Gabriela, Felipe e Letícia e o professor de Geografia Rogério.




terça-feira, 3 de setembro de 2013

Por que não chove no sertão nordestino?


Com apuração de Caroline Ferreira e Rita Trevisan, Editado por Beatriz Santomauro.

Na realidade, chove no sertão, como é chamada a região de clima semiárido e vegetação de caatinga (em amarelo no mapa). Porém a quantidade de água registrada é baixa, com distribuição irregular no ano. Conheça os responsáveis por essa característica.

Por que não chove no sertão nordestino? Ilustração: Bruno Algarve

1. Fatores oceânicos Mesmo sob o Equador, a temperatura do mar nos litorais potiguar e cearense é mais baixa em relação às áreas adjacentes. Com baixa evaporação, há menos umidade presente.

2. Influência do relevo A serra da Borborema, que atravessa vários estados, impede a passagem das correntes atmosféricas úmidas que partem do oceano para o interior. Por isso chove mais no litoral.

3. Frentes polares As frentes polares - encontro de massas de ar diferentes - causam chuvas. Mas, como elas têm pouca força quando chegam ao Nordeste, predomina um quadro de estabilidade.

4. Fatores atmosféricos O Nordeste é uma área de alta pressão - com correntes de ar que transferem o calor para latitudes maiores -, situação que favorece a estabilidade do tempo e a ausência de chuvas.

Francisco de Assis Diniz, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), e Diego Maia, professor da Unesp.

FONTE: Revista Escola